Busch Gardens por Bia e Mone.
Quando lembramos hoje caímos na gargalhada, mas na hora, passamos por momentos tensos.
Parece filme, mas TODO dia acontecia alguma coisa com a gente, quase sempre envolvendo o carro. E as coisas vão piorando com os dias, conforme vocês vão ver aqui...
Neste dia, mais do que nunca, tínhamos que acordar cedo.
O Busch ficava há 1h+- de Orlando e como corríamos o sério risco de nos perder ou pegar transito, não podíamos enrolar.
O sol quente nos animou e saímos de 'casa' às 8h. Cindy (GPS) foi uma boa menina e fizemos à viagem em um bom tempo. O problema foi outro! Sim, tivemos um problema!>
O sol quente nos animou e saímos de 'casa' às 8h
Na véspera, depois das compras, Cla tentou abrir a mala pra guardar as sacolas e acabou abrindo o capô sem querer e provavelmente não o fechou direito. Digo isso porque, durante a viagem para Tampa, em meio a uma auto-estrada, percebo que o capô do carro está aberto! Assim que o vi tremendo e apontei, a Paula captou meu pensamento e nos DESESPERAMOS! Como íamos parar ali? Já tava imaginando daquelas cenas de filme, sabe? Que o capô abre todo, a motorista se assusta, o carro roda na estrada, 3 caminhões batem e a gente ia parar no acostamento...
Enfim, Paula foi diminuindo, conseguiu encostar. Para ela conseguir sair do carro já foi um sufoco porque os veículos passavam a 100km pela gente (o nosso carro parado ficava tremendo com os carros passando em alta velocidade), mas ela conseguiu sair e fechou o capô.
Bia estava gravando um vídeo minutos antes de eu perceber que o capo estava aberto. Se ela tivesse continuado, vocês poderiam ver o desespero de quatro mulheres achando que ia acontecer O engavetamento de carros na estrada para Tampa.
Entre mortos e feridos salvaram-se todos e conseguimos, FINALY, chegar ao Busch! Chegamos cedo, o estacionamento estava vazio, com exceção de alguns muitos idosos que paravam por ali... Estranho! Comentei com Ju no rádio e ela ressaltou que isso era bom, afinal, velhinhos e deficientes dificilmente fazem filas para rides, né?
Fomos direto para os safaris neste dia também afinal os bichinhos dormem cedo e depois fomos encarando ride por ride.
E a primeira, adivinhem qual foi? Sheikra. Não, não fizemos de propósito! Não sabíamos que a Sheikra era A Sheikra. Bia, antes dessa viagem, só tinha ido em uma montanha-russa na vida e toda vez que íamos para uma ride, ela hesitava. Aqui não foi diferente.
Abre parênteses. Agora é a Bia falando.
Quando a Sheikra deu aquele tranco e parou, meu sangue gelou. Olhei para o céu e comecei a cantar: I singing in the rain, just singing in the rain... Não consegui cantar muita coisa porque logo o carrinho começou a descer os 90º e eu perdi a minha voz. Sério, nunca tive essa sensação na minha vida! Eu estava gritando, mas não saia som nenhum da minha garganta. Na outra descida também aconteceu a mesma coisa.
Quando acabou, acho que eu estava tão entorpecida que topei ir de novo. Por que alguém faz isso gente? Enfim, fui duas vezes seguida na Sheikra e a minha voz também falhou na segunda vez. O bom disso tudo é que agora eu sei o que eu não gosto em montanhas-russas: descidas/quedas! Principalmente se forem em 90º!
Fecha parênteses.
| De tarde descobrimos o por que de tantos idosos. O Busch sobrevive também de sócios e showzinhos meia-idade, sabe? Teve músicas tipo anos 50, teve dança, teve de tudo um pouco... |
As capas de chuva foram MUITO bem utilizadas nesse dia e a única coisa de ruim era ter que ficar deixando e pegando a mochila nos lockers e a cada vez que o fazíamos, gastávamos preciosos $0,50! rs Mas nem dava pra deixar em um locker e voltar lá depois porque era tudo tãããão longe...
Almoçamos The Desert Grill e o brownie foi a MELHOR sobremesa de TODA a viagem! Tks Paula! (aqui já tínhamos combinado de todo dia comprar um doce e rachar entre as quatro. Não era questão de economia, apenas não queríamos ganhar os quilos que estávamos perdendo andando) No restaurante, que era um teatro, começou mais uma das 500 apresentações melhor-idade, mas nem paramos pra ver, afinal, tínhamos emoção para sentir!
Fomos a todas as rides desse parque, com exceção daquela de madeira que estava fechada no dia. Bia, por incrível que pareça também foi em todas!
Também fomos aos brinquedos mais bobos, como o velho e bom bate-bate. É claro que esse brinquedo trouxe o que há de pior na gente, mas foi legal! (brincadeirinha! E só batemos em nós mesmos!)
Almoçamos The Desert Grill e o brownie foi a MELHOR sobremesa de TODA a viagem! Tks Paula! (aqui já tínhamos combinado de todo dia comprar um doce e rachar entre as quatro. Não era questão de economia, apenas não queríamos ganhar os quilos que estávamos perdendo andando) No restaurante, que era um teatro, começou mais uma das 500 apresentações melhor-idade, mas nem paramos pra ver, afinal, tínhamos emoção para sentir!
Fomos a todas as rides desse parque, com exceção daquela de madeira que estava fechada no dia. Bia, por incrível que pareça também foi em todas!
Também fomos aos brinquedos mais bobos, como o velho e bom bate-bate. É claro que esse brinquedo trouxe o que há de pior na gente, mas foi legal! (brincadeirinha! E só batemos em nós mesmos!)
O parque fecha 'cedo' e seguimos viagem para casa. O problema é que saímos na hora do rush e pegamos nosso 1º e único engarrafamento da viagem!
Fotos do dia:
| Deli Drops? De bom só a aparência! |
| O sabor da Bia era melhor! |
| Chegando... sol gostoso! |
| Capas bem usadas I |
| Capas bem usadas II |
| Não reparem a cara de lesa! Quero mostrar o brownie rsrs |
| Restaurante/teatro |

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